8.8.16

Devaneios de uma madrugada mal dormida...

Kate, há 3 anos atrás.
Juro que se soubesse escrever o que quero dizer com palavras, tudo seria muito mais fácil. Esta semana não foi propriamente fácil e, no meio de muita confusão mental, lá consegui chegar a algumas conclusões necessárias. 

Não sou, definitivamente, a mesma pessoa que era há dois anos. Não tenho a mesma mentalidade, não tenho a mesma paciência e não me sujeito às mesmas situações. Esta semana disse mesmo isso a uma pessoa que me foi querida durante muito tempo e ainda o é...«Já não tenho paciência para te aturar...». E dei por mim a pensar que há uns anos nunca o teria dito, nem a mim mesma.

Há alturas em que sabemos que o melhor é desistir das pessoas. Seguir em frente. Seguir caminho. Mas por mais que a minha cabeça ordene, ainda sou guiada pelo coração. Pelo menos isso não mudou nos últimos anos.

Saber definir prioridades e tornar-me numa, foi das coisas mais importantes que aprendi nos últimos tempos. Embora às vezes me esqueça disso. No outro dia, alguém que tenho bem cá dentro no coração, confessou-me que tinha que se concentrar nos seus problemas e não nos dos outros, porque senão a coisa nunca ia correr bem. Fiquei a pensar naquela resposta e, realmente, ele tem razão. Tem tanta razão, que eu devia fazer o mesmo mais regularmente. 

As pessoas mais próximas, e aquelas que gostamos a sério, vão desiludir-me ou já o fizeram. Não vão fazer de propósito, mas vai acabar por acontecer. E isso serve, muitas vezes, para perceber o impacto que cada um causa na nossa vida. E serve também para perceber a forma como nos deixamos afetar pelos outros. 

A única coisa que muda com o tempo és tu, a tua forma de ver as coisas e de ver os outros.

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